Pular para o conteúdo principal

TRE-MG nega embargos de Ruy Muniz e chapa permanece cancelada

Candidato à Prefeitura de Montes Claros, Ruy Muniz (PSB), votou no Colégio Marista (Foto: Michelly Oda/G1)
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TER-MG) negou na tarde desta quarta-feira (5) os embargos de declaração feitos por Ruy Muniz (PSB), junto ao órgão. O julgamento desta quarta foi decidido por cinco votos a zero, e, assim, o TRE mantém o cancelamento da chapa encabeçada por Muniz.Após negar embargo para o prefeito afastado, o TRE divulgou que o processo eleitoral continua, até que seja definida a situação do registro da chapa, confirmando a realização do segundo turno em Montes Claros, no dia 30 de outubro.A chapa foi cancelada no dia 16 de setembro, depois do candidato a vice-prefeito, Danilo Narciso, renunciar à disputa. Na época, Narciso alegou que os processos envolvendo Muniz o forçava na tomada desta decisão.“Não resta a mim outra opção, a não ser agir de acordo com os princípios éticos e morais que sempre nortearam a minha conduta como cidadão, dentre os quais, está a firme e inabalável crença na necessidade de não ignorarmos as decisões provenientes das autoridades constituídas pelo conjunto de normas e leis que regem o Estado Democrático e de Direito, que se encontram em processo de consolidação em nosso país”, disse Narciso no pedido.Ruy Muniz recorreu da decisão que cancelou sua chapa, mas no dia 28 de setembro o TRE-MG manteve o cancelamento, por seis votos a zero, o que motivou o pedido de embargos de declaração feitos por Muniz.O TER afirmou que mesmo negando os embargos, a decisão ainda cabe recurso junto ao TSE. OG1 tentou falar com a assessoria de Ruy Muniz, mas até a publicação desta matéria as ligações não foram atendidas.
Sem o salvo-conduto
A Polícia Federal tentou cumprir na tarde de terça-feira (4) o mandado de prisão contra o prefeito afastado de Montes Claros. Policiais foram até a casa de Ruy Muniz, mas ele não foi encontrado.O mandado foi expedido quando a operação Tolerância Zero apontou que Muniz usou verba desviada da Esurb para pagar a prestação da casa da família, no Bairro Ibituruna. Na mesma operação foram presos o presidente da Esurb, Cristiano Dias Júnior e o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Meio Ambiente e Agricultura, Leonardo Andrade. Além do prefeito afastado, a polícia afirmou que o filho dele, Ruy Gabriel Muniz, também está foragido.
G1 GRANDE MINAS

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ACONTECEU EM ITACARAMBI-Menor é apreendido por tentativa homicídio após sua mãe ir ao hospital saber se ele estava ferido

  Um adolescente, de 14 anos, foi apreendido por tentativa de homicídio após a mãe dele ir ao hospital para saber se ele estava ferido. O crime ocorreu em  Itacarambi . Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar nesta segunda-feira (1), um homem, de 30 anos, deu entrada no hospital da cidade após ser atingido por tiros nas costas e cabeça. Ele contou que caminhava pela avenida Frutal no Nossa Senhora de Fátima, quando duas pessoas em uma moto se aproximaram e atiraram. Depois que foi atingido, ele correu pedindo socorro. Após fazerem levantamentos no local do crime, os policiais retornaram à unidade de saúde, onde encontraram a mãe do menor. Ela relatou que soube que o filho e outro adolescente teriam atirado contra o homem. Preocupada, foi ao local saber se ele se feriu. Em seguida, a PM foi até a casa desse jovem mencionado pela mulher e acabou encontrando o filho dela. Ao ser questionado, ele falou que ele e o amigo decidiram agir após serem ameaçados pela ...

ACONTECEU EM ITACARAMBI Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi

Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta terça-feira (23/12), mandado de prisão preventiva contra um homem, de 42 anos, investigado por uma série de crimes violentos em Itacarambi, no Norte do estado. A decisão judicial foi tomada após o aprofundamento das investigações, que apontaram premeditação, extorsão mediante violência e um padrão de comportamentos agressivos praticados pelo suspeito em locais públicos. De acordo com a delegada Natália Moura, responsável pelo inquérito, a prisão preventiva foi essencial para conter a escalada de violência e garantir a segurança da comunidade. “No início, tratamos o caso como um episódio de menor potencial ofensivo. Mas, com o avanço das apurações, ficou evidente que não se tratava de um fato isolado. Houve planejamento, repetição de condutas e uso de violência extrema. A prisão foi fundamental para evitar novas agressões, proteger a vítima e assegurar que a inv...