Um bebê recém-nascido foi encontrado morto dentro de uma bolsa na noite desta quarta-feira (14), em Janaúba, no Norte de Minas. A Polícia Militar foi acionada após denúncia de que a mãe, de 24 anos, teria dado entrada no Hospital Fundajan com sangramento e sem a criança. Na unidade de saúde, a mulher disse à polícia que teria sofrido uma hemorragia e não sabia onde estaria o feto. Os militares foram até a casa da avó dela, no Bairro Santo Antônio, e encontraram a bolsa com o bebê, encoberta por panos e uma sacola grande, dentro de uma cômoda.A suspeita é que o nascimento tenha ocorrido na madrugada da última terça-feira (13). Depois de encontrarem o corpo, a mãe confessou aos militares que colocou o bebê dentro da bolsa após o nascimento e pediu familiares para levá-la ao hospital. Ela contou ainda que ouviu o menino chorar por aproximadamente cinco minutos. Segundo a polícia, os familiares afirmaram que não sabiam da gravidez e que a mulher teria contado que estava com um cisto.A perícia compareceu à casa e liberou o corpo do bebê para a funerária. De acordo com a Polícia Civil, a mãe foi autuada pelo crime de infanticídio e está internada sob escolta policial."Ainda serão realizadas perícias para confirmar se o bebê nasceu com vida; por enquanto, há o relato da mãe que ouviu o choro da criança. As investigações continuam pela delegacia responsável e os envolvidos, inclusive os familiares, serão ouvidos", explicou o delegado Ricardo Amaral. A pena para este crime é de 2 a 6 anos.(g1 grande minas)
Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta terça-feira (23/12), mandado de prisão preventiva contra um homem, de 42 anos, investigado por uma série de crimes violentos em Itacarambi, no Norte do estado. A decisão judicial foi tomada após o aprofundamento das investigações, que apontaram premeditação, extorsão mediante violência e um padrão de comportamentos agressivos praticados pelo suspeito em locais públicos. De acordo com a delegada Natália Moura, responsável pelo inquérito, a prisão preventiva foi essencial para conter a escalada de violência e garantir a segurança da comunidade. “No início, tratamos o caso como um episódio de menor potencial ofensivo. Mas, com o avanço das apurações, ficou evidente que não se tratava de um fato isolado. Houve planejamento, repetição de condutas e uso de violência extrema. A prisão foi fundamental para evitar novas agressões, proteger a vítima e assegurar que a inv...


Comentários
Postar um comentário