Pular para o conteúdo principal

Pai é preso acusado de estuprar e engravidar filha de 13 anos

Pixabay
Um auxiliar de serviços gerais, de 36 anos, foi preso na última sexta-feira (31) em Anastácio (MS) acusado de ter estuprado e engravidado a filha de 13 anos. O caso só foi descoberto após a barriga da vítima começar a despontar, entre o terceiro e o quarto mês de gestação. Segundo o portal G1, a menina já se encontra no sétimo mês.
A conselheira tutelar Maria Luiza Rivas, de 43 anos, conversou com a vítima, que relatou ter sofrido abusos desde os 11 anos. “Nós fomos acionados pela Polícia Militar para ir até a 1ª delegacia e averiguar as informações da menor. Ela estava ao lado da irmã mais velha, que inclusive está ajudando nas consultas médicas, e pediu a guarda da menina. No depoimento do dia 5 de julho, deste ano, a menina falou que a mãe ia para a cidade resolver problemas, quando ele a levava para o quarto dele e cometia os abusos”, contou a conselheira ao portal.
Os abusos ocorriam sempre que a mãe da garota estava ausente. Vivendo em uma região rural, era comum que a genitora passasse a noite fora por questões de trabalho; a vítima, no entanto, era coagida e ameaçada a não relatar nada a ninguém. No entanto, o caso veio à tona quando a família descobriu a gravidez da menina.
“Ela nos falou também que era ameaçada a não falar nada, porque senão seria morta por ele. Recentemente, a menina falou que preferiu morar com a irmã e que não pensou em aborto, principalmente porque o bebê já estava formado quando houve a descoberta”, continuou Maria Luiza.
Ao tomar ciência dos abusos, a mãe, que já era separada do homem, conseguiu uma medida cautelar para que ele se mantivesse longe da filha. No entanto, embora negasse os atos aos investigadores do caso, ele rasgou os documentos e disse que continuaria indo ao local, até sua fuga da região. A polícia o localizou em uma aldeia próxima e o prendeu preventivamente.
Assim que foi detido, confessou o crime e o justificou afirmando que achava “que a filha não é dele e por isso estava tendo um caso com ela”. Ele possuía outros antecedentes criminais e responderá por estupro de vulnerável — a pena varia entre 8 e 15 anos de reclusão.
A menina foi encaminhada ao Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas).
https://br.yahoo.com/noticias

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ACONTECEU EM ITACARAMBI-Menor é apreendido por tentativa homicídio após sua mãe ir ao hospital saber se ele estava ferido

  Um adolescente, de 14 anos, foi apreendido por tentativa de homicídio após a mãe dele ir ao hospital para saber se ele estava ferido. O crime ocorreu em  Itacarambi . Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar nesta segunda-feira (1), um homem, de 30 anos, deu entrada no hospital da cidade após ser atingido por tiros nas costas e cabeça. Ele contou que caminhava pela avenida Frutal no Nossa Senhora de Fátima, quando duas pessoas em uma moto se aproximaram e atiraram. Depois que foi atingido, ele correu pedindo socorro. Após fazerem levantamentos no local do crime, os policiais retornaram à unidade de saúde, onde encontraram a mãe do menor. Ela relatou que soube que o filho e outro adolescente teriam atirado contra o homem. Preocupada, foi ao local saber se ele se feriu. Em seguida, a PM foi até a casa desse jovem mencionado pela mulher e acabou encontrando o filho dela. Ao ser questionado, ele falou que ele e o amigo decidiram agir após serem ameaçados pela ...

ACONTECEU EM ITACARAMBI Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi

Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta terça-feira (23/12), mandado de prisão preventiva contra um homem, de 42 anos, investigado por uma série de crimes violentos em Itacarambi, no Norte do estado. A decisão judicial foi tomada após o aprofundamento das investigações, que apontaram premeditação, extorsão mediante violência e um padrão de comportamentos agressivos praticados pelo suspeito em locais públicos. De acordo com a delegada Natália Moura, responsável pelo inquérito, a prisão preventiva foi essencial para conter a escalada de violência e garantir a segurança da comunidade. “No início, tratamos o caso como um episódio de menor potencial ofensivo. Mas, com o avanço das apurações, ficou evidente que não se tratava de um fato isolado. Houve planejamento, repetição de condutas e uso de violência extrema. A prisão foi fundamental para evitar novas agressões, proteger a vítima e assegurar que a inv...