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Januária recebe 50 mil doses da vacina após morte por febre amarela

A Gerência Regional de Saúde enviou 50 mil doses da vacina contra a febre amarela para Januária, no Norte de Minas, nesta semana; elas estão disponíveis em todas unidades de saúde. Na cidade ainda não há casos confirmados da doença, mas há nove dias um morador da zona rural do município morreu em Brasília (DF) com febre amarela. A Secretaria Estadual de Saúde ainda não confirma o local de infecção do vírus.
De acordo com a família, o pedreiro Neudimar Antônio Marques, de 40 anos, trabalhava no Distrito Federal, e a cada 15 dias visitava familiares na Comunidade de São Joaquim. A mulher dele conta que Neudimar chegou no dia 31 de dezembro e, em seguida, participou de uma caminhada religiosa por várias comunidades da região por fazer parte do grupo folclórico 'Folia de Reis'. Depois de sete dias, segundo a esposa, Neudimar começou a sentir fortes dores no corpo e febre alta. O pedreiro decidiu voltar para Brasília, ainda com os sintomas, e quando chegou, no dia 15 de janeiro, foi direto para o hospital. No dia 18, Neudimar morreu com os sintomas de insuficiência respiratória, hemorragia aguda, febre e icterícia.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, os critérios de vacinação em Januária são os mesmos onde há surto da doença. "Todos devem ter duas doses no cartão, aqueles que não têm nós vamos completar o cartão. Os bebês, que normalmente vacinam no nono mês, nós antecipamos para o sexto mês, e os idosos só vão receber com orientação médica", explicou o secretário Eduardo da Silva Pereira.
Ainda de acordo com o secretário, foram encontrados sete primatas mortos na região; dois deles passaram por exames e o resultado foi negativo para a febre amarela.

Febre Amarela em Minas
A Secretaria Estadual de Saúde confirmou, nessa quinta-feira (26), que 40 pessoas morreram por febre amarela no estado. Outros 57 óbitos ainda estão sob investigação.
A secretaria registrou 486 casos suspeitos da doença, desses, 84 foram confirmados e 19 descartados, os demais seguem em investigação. O governo do estado já considera este o pior surto da doença já registrado em Minas Gerais.(g1 grande Minas)

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