Pular para o conteúdo principal

Bebê internado com lesões no corpo morre após sofrer parada cardíaca em hospital de Januária

                                                    foto ilustração
Um bebê de quatro meses que foi internado no hospital de Januária na madrugada desta quarta-feira (16), apresentando lesões pelo corpo, morreu após sofrer parada cardíaca. A morte ocorreu por volta das 12h30 e foi confirmada pelo hospital, que encaminhou o corpo para o Instituto Médico Legal (IML). Uma investigação foi aberta pela Polícia Civil para precisar as causas da morte; a mãe da criança prestou depoimentos na polícia durante a parte da manhã.
Desde que foi internado, o bebê estava entubado na unidade de saúde; ele sofre três paradas cardíacas no total. Segundo o clínico geral Daniel Fellip, que ficou responsável pelo atendimento na tarde desta quarta-feira, não possível precisar a causa da morte. "A mãe disse que estava amamentando e que o bebê engasgou com o leite, e realmente verificamos esta situação; o pulmão estava cheio de leite. Mas o bebê também chegou com um hematoma no rosto, que a mãe disse que foi porque o outro filho puxou o irmão da cama provocando uma queda. Encaminhamos o corpo ao IML para investigar a morte".
Há uma terceira versão, dada à polícia pelo pai do bebê, que não está mais com a mãe da criança. O homem contou à polícia que a mulher o procurou alegando ter sido agredida pelo atual companheiro, o que teria provocado a queda da criança. Ele disse ainda que teria comprado medicamentos para o filho no domingo (13).
Após a morte do bebê, segundo o hospital, a mãe tentou se matar; ela teria tomado "chumbinho". A mulher está internada em estado grave. O G1 não conseguiu contato com a Polícia Civil para saber sobre as investigações do caso.
Entenda o caso
A criança foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros que perceberam, durante os primeiros socorros, alguns hematomas. No hospital, o médico plantonista emitiu um laudo sobre as lesões e a PM foi acionada.
A mulher disse à polícia que os hematomas no bebê foram provocados devido a uma queda; o outro filho dela, de dois anos, puxou o irmão menor da cama. Ainda segundo a mãe da criança, o bebê se engasgou quando tomava uma mamadeira, e por isso acionou o socorro.
(g1 grande minas)


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ACONTECEU EM ITACARAMBI-Menor é apreendido por tentativa homicídio após sua mãe ir ao hospital saber se ele estava ferido

  Um adolescente, de 14 anos, foi apreendido por tentativa de homicídio após a mãe dele ir ao hospital para saber se ele estava ferido. O crime ocorreu em  Itacarambi . Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar nesta segunda-feira (1), um homem, de 30 anos, deu entrada no hospital da cidade após ser atingido por tiros nas costas e cabeça. Ele contou que caminhava pela avenida Frutal no Nossa Senhora de Fátima, quando duas pessoas em uma moto se aproximaram e atiraram. Depois que foi atingido, ele correu pedindo socorro. Após fazerem levantamentos no local do crime, os policiais retornaram à unidade de saúde, onde encontraram a mãe do menor. Ela relatou que soube que o filho e outro adolescente teriam atirado contra o homem. Preocupada, foi ao local saber se ele se feriu. Em seguida, a PM foi até a casa desse jovem mencionado pela mulher e acabou encontrando o filho dela. Ao ser questionado, ele falou que ele e o amigo decidiram agir após serem ameaçados pela ...

ACONTECEU EM ITACARAMBI Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi

Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta terça-feira (23/12), mandado de prisão preventiva contra um homem, de 42 anos, investigado por uma série de crimes violentos em Itacarambi, no Norte do estado. A decisão judicial foi tomada após o aprofundamento das investigações, que apontaram premeditação, extorsão mediante violência e um padrão de comportamentos agressivos praticados pelo suspeito em locais públicos. De acordo com a delegada Natália Moura, responsável pelo inquérito, a prisão preventiva foi essencial para conter a escalada de violência e garantir a segurança da comunidade. “No início, tratamos o caso como um episódio de menor potencial ofensivo. Mas, com o avanço das apurações, ficou evidente que não se tratava de um fato isolado. Houve planejamento, repetição de condutas e uso de violência extrema. A prisão foi fundamental para evitar novas agressões, proteger a vítima e assegurar que a inv...