GIRO DE NOTÍCIAS POLICIAIS: Delegado investigado pelo Ministério Público é preso; Polícia Civil não confirmou motivo da prisão


Mulher é presa suspeita de matar o esposo a facada em Montes Claros

Uma mulher de 26 anos foi detida na madrugada desta terça-feira (12) suspeita de matar o marido em Montes Claros, no Norte de Minas. O crime foi na casa onde o casal morava, no Bairro Eldorado; Elias Teixeira Pereira, de 32 anos, foi atingido com uma facada no peito.
Quando a Polícia Militar chegou ao imóvel, encontrou a mulher chorando e debruçada sobre o marido. Ela contou à polícia que os dois moravam juntos há cerca de 10 meses e que foi agredida várias vezes por ele. A mulher disse ainda que eles estavam bebendo e que o homem se alterou, a agrediu com um tapa no rosto, e em seguida ele pegou uma faca que estava em cima da geladeira.
Ela contou que empurrou o marido contra a parede e a faca penetrou no peito dele. A mulher afirmou também que após o marido cair no quintal, ela gritou por socorro e pediu que a polícia e o Samu fossem acionados.
O Samu esteve no local e constatou o óbito. A suspeita foi encaminhada à delegacia e o caso será investigado pela Polícia Civil.
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A Polícia Civil confirmou prisão do delegado responsável pela delegacia em Rio Pardo de Minas, no Norte de Minas. Luís Cláudio Freitas do Nascimento foi preso em cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Criminal de Rio Pardo de Minas, mas a PC não confirmou o motivo da prisão.
Em outubro de 2017, o delegado chegou a ser afastado do cargo após uma investigação do Ministério Publico; ele foi denunciado porque não comparecia à delegacia para cumprir os horários de trabalho. A ação do MP afirmou ainda que Luís Cláudio Freitas designou um investigador para "exercer funções privativas de delegado".
Na época, o MP afirmou ainda que "vários atos ilícitos foram praticados, como a liberação de presos em flagrante, prisões ilegais, arquivamentos irregulares e extravio de Inquéritos Policiais."
O delegado retornou ao cargo, mas se licenciou para tratamento médico. A prisão dele foi cumprida na Delegacia de Polícia Civil em Muriaé na quarta-feira (6). Luís Cláudio foi encaminhado à Casa de Custódia da Polícia Civil em Belo Horizonte, onde permanece preso até esta terça-feira (12).
Em nota, a Polícia Civil afirmou que "não irá tolerar qualquer tipo de comportamento indevido, irregular ou prática delituosa por parte de seus servidores." Disse ainda que a Corregedoria da instituição atua junto ao MP para apurar o caso e "sendo comprovado autoria e materialidade, ao final das apurações, caso seja necessário, haverá punições rígidas".
O que diz a defesa
O advogado de defesa do delegado, Bruno Dias Cândido, explicou que a prisão de Luís Cláudio foi baseada em uma ação penal movida pelo Ministério Público Estadual. Ele afirmou ainda que as acusações constantes nesta nova ação são "basicamente as mesmas presentes na ação de improbidade administrativa".
"Nós entendemos que esta prisão seja infundada, uma vez que o próprio Tribunal já se posicionou e o recolocou no cargo. Então, não vemos motivos para manter esta prisão preventiva".
Bruno Dias Cândido disse também que um pedido de revogação da prisão preventiva já foi feito junto ao juiz de Rio Pardo de Minas e o mesmo pedido será feito ao Tribunal de Justiça em belo Horizonte.

Caso Emilly
O delegado Luís Cláudio Freitas, antes do afastamento, estava à frente da investigação do desaparecimento da menina Emilly Ferrari, de cinco anos, que sumiu quando brincava na porta de casa em 2013. Em setembro do ano passado o delegado confirmou que uma ossada encontrada em um matagal, na zona rural da cidade, era da criança.Durante a investigação diversas pessoas foram ouvidas, mas ninguém foi preso por envolvimento no crime.
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Homem é preso suspeito de matar garota de programa em Curvelo
 Perna do autor apresentava alguns arranhões provocados pela vítima, diz polícia (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Um homem de 43 anos foi preso nessa segunda-feira (11) suspeito de matar uma garota de programa de 38 anos em Curvelo, região Central de Minas Gerais. Segundo a Polícia Civil, o corpo de Luciana Vieira da Silva foi encontrado na noite de domingo (10), com diversas perfurações.
A polícia afirma que a vítima combinou um programa com o autor e os dois seguiram até o local onde ocorreu o crime. O corpo foi encontrado em uma fazenda que fica próxima à linha férrea, localizada próxima ao Fórum da cidade.
O delegado responsável pelo caso, Robert Levi, informou que com levantamentos feitos pela Polícia Militar, os investigadores conseguiram entrevistar uma testemunha que reconheceu o autor do homicídio.
"Assim, conseguimos resolver este caso em menos de 24 horas após o registro. O autor foi levado à delegacia e prestou depoimento por cerca de 12 horas. Durante este tempo ele confessou o crime e relatou detalhes da cena do crime, inclusive roupas que a vítima usava e que houve um desentendimento entre eles. Porém, ele não esclareceu o que motivou este crime. Apenas disse ser dependente do álcool e que, às vezes, se apresenta com comportamento agressivo", diz o delegado.
Levi informou ainda que após o crime o autor pôs fogo em suas roupas com o intuito de destruir provas. O autor usou, segundo a PC, um instrumento perfuro cortante para matar a vítima. "Nós encontramos ainda um pedaço de espelho resquícios de sangue coagulado. Basta saber se este sangue é desta vítima".
Segundo o delegado, nesta terça-feira (12) investigadores retornarão à região do crime para tentar localizar os pedaços de uma tesoura que o autor afirma ter destruído na linha férrea. Levi informou também que mesmo a mulher tendo combinado o programa, os dois não tiveram relação sexual.
Fonte:G1 GRANDE MINAS
Polícia diz que suspeito queimou roupas usadas durante o crime (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Polícia diz que suspeito queimou roupas usadas durante o crime (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

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