Pular para o conteúdo principal

Fiscalização no período da Piracema é intensificada nos rios do Norte de Minas

Período da piracema se estende até o último dia de fevereiro de 2018 (Foto: Policia Militar Ambiental / Divulgação)
O período da piracema começou a valer desde o início de novembro em todo o país e no Norte de Minas a fiscalização também passou a ser maior. A determinação, que se estende até o último dia de fevereiro de 2018, tem objetivo de permitir que os peixes que sobem as corredeiras consigam se reproduzir em trechos de águas mais calmas.
Nos primeiros dias da operação piracema, que permanecerá até o dia 17 de dezembro, no trecho do Rio São Francisco do município de Ibiaí até o Rio Carinhanha, na divisa com o estado da Bahia, foi apreendido 15kg de pescado irregular, 3.782 metros lineares de redes de pesca, duas tarrafas e cinco anzóis.
Entre o trecho das cidades de Pedra de Maria da Cruz e Itacarambi, também banhados pelo São Francisco, os militares relataram ter apreendido também redes de pesca e tarrafas; a quantidade total não foi informada. Os proprietários dos materiais não foram encontrados.
De acordo com a PM, anualmente antes e durante o período da piracema diversas ações são realizadas a fim de conscientizar a população.
“São feitas reuniões, palestras, com o cunho informativo aos pescadores profissionais e amadores, e as comunidades ribeirinhas do Rio São Francisco, com o intuito de coibir o pescado ilegal" conclui o sargento da PM Ambiental, Roberto Rodrigues de Mattos.
As ações neste período ocorrem de forma integrada com o Instituto Estadual de Florestas. Segundo a Polícia Militar Ambiental, durante as fiscalizações do período, caso haja o descumprimento das normas podem ser geradas multas e até detenção por crime ambiental. Os valores das multas variam de acordo com a quantidade de peixe pescado e a forma com que a atividade foi realizada.

Ainda segundo a polícia, somente é permitido à pesca de subsistência, ou seja, quando o pescado é usado para a alimentação da família, relembrando que esses pescadores devem possuir a autorização cedida pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).(G1 GRANDE MINAS)
Apreensão de redes de pesca, tarrafas e anzóis  (Foto: Policia Militar Ambiental / Divulgação)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ACONTECEU EM ITACARAMBI-Menor é apreendido por tentativa homicídio após sua mãe ir ao hospital saber se ele estava ferido

  Um adolescente, de 14 anos, foi apreendido por tentativa de homicídio após a mãe dele ir ao hospital para saber se ele estava ferido. O crime ocorreu em  Itacarambi . Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar nesta segunda-feira (1), um homem, de 30 anos, deu entrada no hospital da cidade após ser atingido por tiros nas costas e cabeça. Ele contou que caminhava pela avenida Frutal no Nossa Senhora de Fátima, quando duas pessoas em uma moto se aproximaram e atiraram. Depois que foi atingido, ele correu pedindo socorro. Após fazerem levantamentos no local do crime, os policiais retornaram à unidade de saúde, onde encontraram a mãe do menor. Ela relatou que soube que o filho e outro adolescente teriam atirado contra o homem. Preocupada, foi ao local saber se ele se feriu. Em seguida, a PM foi até a casa desse jovem mencionado pela mulher e acabou encontrando o filho dela. Ao ser questionado, ele falou que ele e o amigo decidiram agir após serem ameaçados pela ...

ACONTECEU EM ITACARAMBI Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi

Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta terça-feira (23/12), mandado de prisão preventiva contra um homem, de 42 anos, investigado por uma série de crimes violentos em Itacarambi, no Norte do estado. A decisão judicial foi tomada após o aprofundamento das investigações, que apontaram premeditação, extorsão mediante violência e um padrão de comportamentos agressivos praticados pelo suspeito em locais públicos. De acordo com a delegada Natália Moura, responsável pelo inquérito, a prisão preventiva foi essencial para conter a escalada de violência e garantir a segurança da comunidade. “No início, tratamos o caso como um episódio de menor potencial ofensivo. Mas, com o avanço das apurações, ficou evidente que não se tratava de um fato isolado. Houve planejamento, repetição de condutas e uso de violência extrema. A prisão foi fundamental para evitar novas agressões, proteger a vítima e assegurar que a inv...