Pular para o conteúdo principal

Três irmãos são baleados e um morre durante cavalgada em Januária


Três irmãos de 27, 24 e 22 anos foram baleados nesse domingo (31) na zona rural de Januária. Segundo informações da Polícia Militar, as vítimas participavam de uma cavalgada quando foram surpreendidas por um grupo de atiradores que os aguardava próximo a Comunidade do Tejuco. O irmão mais velho, Levilson Pereira Lopes, morreu na hora. Os outros dois foram atingidos na perna e no braço respectivamente, e foram levados para hospitais da região.
Ainda de acordo com a PM, um dos autores, de 48 anos, foi esfaqueado no local do crime. Ele não soube informar aos militares quem teria o agredido com faca e disse ter perdido a arma durante a confusão. O homem confessou que a intenção dele era atirar em Levilson Pereira Lopes, porque teria sido acusado por ele de ter furtado um cavalo em uma festa na zona rural. Ele disse ainda que os outros dois irmãos se envolveram na briga quando viram a vítima baleada.
Os irmãos contaram aos policiais que pelo menos quatro pessoas teriam atirado contra eles e os esperaram passar durante a cavalgada. Além de Célio dos Santos Silva, a polícia identificou outros três suspeitos: de 21, 26 e 29 anos, que ainda não foram presos. As vítimas foram transportadas ao hospital por terceiros e o carro foi interceptado pelo Samu, que terminou de fazer o trajeto. Na unidade de saúde, os médicos constataram a morte de Levilson Pereira Lopes.
Após o crime, a PM recebeu informações que duas pessoas haviam fugido do povoado em uma moto e em um carro, sentido a Comunidade de Pandeiros. Os policiais foram ao povoado Lapa II, próximo ao Tejuco, onde um dos suspeitos, de 26 anos, tem uma casa. Ele não foi encontrado, mas uma moto foi localizada no quintal da propriedade. O veículo havia sido furtado em Lontra no dia 15 de março deste ano e foi removido para um pátio de Januária.
Célio dos Santos Silva foi preso em flagrante por homicídio e foi encaminhado ao hospital de Januária sob escolta policial. O hospital confirmou ao G1, na manhã desta segunda-feira (1), que ele permanece internado, mas não divulgou o estado de saúde. A vítima, de 24 anos, recebeu alta e o irmão, de 22, foi encaminhado a um hospital de Montes Claros. Até esta publicação, o estado de saúde dele não foi informado.
G1 grande minas

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ACONTECEU EM ITACARAMBI-Menor é apreendido por tentativa homicídio após sua mãe ir ao hospital saber se ele estava ferido

  Um adolescente, de 14 anos, foi apreendido por tentativa de homicídio após a mãe dele ir ao hospital para saber se ele estava ferido. O crime ocorreu em  Itacarambi . Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar nesta segunda-feira (1), um homem, de 30 anos, deu entrada no hospital da cidade após ser atingido por tiros nas costas e cabeça. Ele contou que caminhava pela avenida Frutal no Nossa Senhora de Fátima, quando duas pessoas em uma moto se aproximaram e atiraram. Depois que foi atingido, ele correu pedindo socorro. Após fazerem levantamentos no local do crime, os policiais retornaram à unidade de saúde, onde encontraram a mãe do menor. Ela relatou que soube que o filho e outro adolescente teriam atirado contra o homem. Preocupada, foi ao local saber se ele se feriu. Em seguida, a PM foi até a casa desse jovem mencionado pela mulher e acabou encontrando o filho dela. Ao ser questionado, ele falou que ele e o amigo decidiram agir após serem ameaçados pela ...

ACONTECEU EM ITACARAMBI Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi

Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta terça-feira (23/12), mandado de prisão preventiva contra um homem, de 42 anos, investigado por uma série de crimes violentos em Itacarambi, no Norte do estado. A decisão judicial foi tomada após o aprofundamento das investigações, que apontaram premeditação, extorsão mediante violência e um padrão de comportamentos agressivos praticados pelo suspeito em locais públicos. De acordo com a delegada Natália Moura, responsável pelo inquérito, a prisão preventiva foi essencial para conter a escalada de violência e garantir a segurança da comunidade. “No início, tratamos o caso como um episódio de menor potencial ofensivo. Mas, com o avanço das apurações, ficou evidente que não se tratava de um fato isolado. Houve planejamento, repetição de condutas e uso de violência extrema. A prisão foi fundamental para evitar novas agressões, proteger a vítima e assegurar que a inv...