ALUNOS DA ESCOLA ESTADUAL SATURNINO A. DA SILVA DO FABIÃO II DISCUTEM A NÃO VIOLÊNCIA NA ESCOLA


A NÃO VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS
As escolas não têm sido mais um ambiente de segurança e proteção. Ao longo dos anos o que se tem visto é um aumento generalizado da violência dentro dos portões das escolas em todo o Brasil. Furtos, agressões físicas e verbais, tráfico e consumo de drogas tem sido parte do cotidiano de diversas instituições de ensino.
Foi por isso que os alunos da disciplina de filosofia da Escola Estadual Saturnino Ângelo da Silva, através do professor Vailton Ferreira realizaram nesta semana, um trabalho expositivo levantando toda esta problemática. Os alunos dos três turnos: 1º, 2º, 2º EJA e o 3º ano do ensino médio tiveram a preocupação de pesquisar e apresentar um debate muito rico referente à ‘NÃO VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS’.
Através dos relatos dos alunos percebeu-se que o tema estudado a violência se apresenta por meio de agressões físicas e agressões verbais, com constantes xingamentos e intimidações uns dos fatores que afeta o cotidiano dos estudantes.
Ainda no âmbito familiar, muitos filhos acabam vivenciando episódios de violências entre os familiares que acaba refletindo no desenvolvimento psicológico e emocional de cada um deles, bem como, afetando o desenvolvimento escolar e social.
Com todo este aparato de violência, consegui separar este comentário de um grupo do 2º ano Eja conforme segue:
‘’Seria muito fácil para mim, resumir este texto falando do ultimo acontecimento na escola do Rio de Janeiro e no município de Suzano, no Estado de São Paulo. Violência na escola em minha opinião acontece todos os dias independentes do grau da violência, para mim, precisamos discutir estrutura familiar.
Nós estamos em uma sociedade que o Pai não tem tempo para o filho e o filho não ouve o Pai. Vou pontuar algumas coisas:
-Você se lembra da última vez que sentou com o seu filho para discutir os problemas?
-Você se lembra, da ultima vez que foi a igreja com seu filho?
-Você se lembra a ultima vez que deu um beijo no seu filho?
Analisando tudo acima escrito, chegamos a triste conclusão que tanto faz no Rio de Janeiro, ou em Suzano, SP, o que vemos é a família d ‘estruturada, se a família é à base de tudo, então nós estamos sem base.
Por isso chegamos à violência na escola, violência nas ruas, violência no lar. ””(alunos do 2º EJA).
Diante desta situação difícil, resolvemos debater e pesquisar de uma forma de amenizar de forma pacifica, o que os alunos do ‘’SATURNINO’’ podem fazer, e chegamos à conclusão que eles estão preparados para solucionar os problemas. Primeiramente, respeitar os colegas e procurar estudar com mais seriedade e deixar de lado o famigerado ‘’BULLYNG’’. Tema que mais foi discutido no trabalho. Até promessas fizeram para que a escola possa viver de forma harmoniosa, entre aluno e professor e vice-versa. Enfim, esta foi à forma de tentar amenizar uma situação que infelizmente vem assolando as escolas brasileiras. Depois foram afixados alguns cartazes no mural da escola.
POR ALUNOS DO 1º,2º,2º(Eja)e 3º anos do ensino médio
Trabalho de Filosofia da Escola Estadual Saturnino Ângelo da Silva, 32 anos de fundação –Fabião II








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