Pular para o conteúdo principal

Secretaria de Saúde de Itacarambi realiza palestra de combate a Dengue nas escolas do município


A Prefeitura de Itacarambi, através da Secretaria de Saúde vem realizando o ciclo de combate à dengue no município. Nesta quarta (15) duas Escolas: Noeme Sales Nascimento e a Creche Municipal Dona Ruth Seixas, receberam os agentes em saúde, que ministraram uma importante palestra sobre o combate ao mosquito transmissor da dengue, a chicungunha e também a febre zika, todas transmitidas pelo Aedes Aegypti.
O enfermeiro João Paulo, esteve na Dona Ruth Seixas, mostrando na prática como é a contaminação da Dengue para os aluninhos do educandário, no mesmo horário, o Coordenador da Vigilância Ambiental, John e sua equipe permaneceram na Escola Municipal Noeme Sales Nascimento, com o ACE Rafael, juntamente com a equipe roxa, agentes Jessica, Eliane, Danilo e o ace Jaime.. dando uma excelente palestra para os alunos.
Fique por dentro:
A picada do mosquito é a única forma de transmissão da dengue? Sim, a dengue não é transmitida por pessoas, objetos ou outros animais.
Como a pessoa reconhece o mosquito Aedes Aegypti? O Aedes é parecido com o pernilongo comum. Ele pode ser identificado por algumas características: corpo escuro e rajado de branco, além de possuir o hábito de picar durante o dia.
De onde veio o mosquito Aedes Aegypti? É originário da África Tropica, e foi introduzido nas Américas durante a colonização. Atualmente encontram-se amplamente disseminado nas Américas, Austrália, Ásia e África.
Qualquer inseticida mata o mosquito da Dengue? Sim, porém a aplicação de inseticidas atua somente sobre a forma adulta do mosquito, surtindo efeito momentâneo com poder residual de pouca duração.
Uma pessoa infectada pode passar a doença para outra? Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções para pessoas sadias. A pessoa também não se contamina por meio de fontes de água, alimento ou uso de objetos pessoais do doente de dengue.
É possível distinguir a picada do Aedes Aegypti com a de um mosquito comum? Não. A sensação de eventual coceira ou incômodo é semelhante à picada de qualquer outro mosquito.
Por VFS
Fotos Agente de Saúde Jessica Souza.












Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ACONTECEU EM ITACARAMBI-Menor é apreendido por tentativa homicídio após sua mãe ir ao hospital saber se ele estava ferido

  Um adolescente, de 14 anos, foi apreendido por tentativa de homicídio após a mãe dele ir ao hospital para saber se ele estava ferido. O crime ocorreu em  Itacarambi . Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar nesta segunda-feira (1), um homem, de 30 anos, deu entrada no hospital da cidade após ser atingido por tiros nas costas e cabeça. Ele contou que caminhava pela avenida Frutal no Nossa Senhora de Fátima, quando duas pessoas em uma moto se aproximaram e atiraram. Depois que foi atingido, ele correu pedindo socorro. Após fazerem levantamentos no local do crime, os policiais retornaram à unidade de saúde, onde encontraram a mãe do menor. Ela relatou que soube que o filho e outro adolescente teriam atirado contra o homem. Preocupada, foi ao local saber se ele se feriu. Em seguida, a PM foi até a casa desse jovem mencionado pela mulher e acabou encontrando o filho dela. Ao ser questionado, ele falou que ele e o amigo decidiram agir após serem ameaçados pela ...

ACONTECEU EM ITACARAMBI Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi

Investigação da PCMG resulta em prisão por ataque violento em Itacarambi A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta terça-feira (23/12), mandado de prisão preventiva contra um homem, de 42 anos, investigado por uma série de crimes violentos em Itacarambi, no Norte do estado. A decisão judicial foi tomada após o aprofundamento das investigações, que apontaram premeditação, extorsão mediante violência e um padrão de comportamentos agressivos praticados pelo suspeito em locais públicos. De acordo com a delegada Natália Moura, responsável pelo inquérito, a prisão preventiva foi essencial para conter a escalada de violência e garantir a segurança da comunidade. “No início, tratamos o caso como um episódio de menor potencial ofensivo. Mas, com o avanço das apurações, ficou evidente que não se tratava de um fato isolado. Houve planejamento, repetição de condutas e uso de violência extrema. A prisão foi fundamental para evitar novas agressões, proteger a vítima e assegurar que a inv...